terça-feira, 29 de maio de 2012

Lençol 1000 fios egípcio



A primeira pelada da noite, terminada em 2 x 2 e na disputa das penalidades vencida pelo Vermelho, teve como destaque o lençol humilhante do Seu Umberto no Farah, que sem reação ficou uns segundos estático em campo observando a bola cobri-lo por completo, com um caimento lento, típico de lençol de qualidade. Não satisfeito, Seu Umberto ainda fez duas embaixadinhas; não precisava tanto.

Noite do vermelho em transe


A segunda pelada ficou marcada pelo o que causou o chocolate alucinógeno que o time de branco deu no time vermelho. Reações dos jogadores do time vermelho:
Atílio: entrou em trabalho de parto na lateral do campo e disse que não conseguia mais levantar.
João: o maior fominha de bola da Arena, deixou o campo alegando que estava desanimado e sem vontade de jogar.
Renato: dizia ao seu time que tudo é psicológico e que eles não estavam perdendo e que o time não estava na roda.
Benito Mussolini: após o jogo arrumou uma pelada virtual num mundo paralelo, onde jogou ao lado do Kenue Reeves do Matrix, cujo resultado foi 2 x 1 para o vermelho.
Luiz PMF: como de costume perdeu muitos gols, até aí tudo bem, mas ao final não fez nenhum.
Paulo Cristal: que sempre joga na direita atuou pela esquerda. Talvez temendo a famosa alavanca de Seu Umberto (lateral esquerdo do Branco).

No time de branco, André no gol implorava ao time de vermelho ao menos um chute na direção do gol, João 2, Marcelo 2 e Seu Umberto seguraram as pontas na zaga, no meio Alexandre e Fábio passeavam e muitas vezes humilhavam os adversários com dribles e passes de efeito e fizeram do Paulo Café, um meio-campista nato, o artilheiro da noite com seis tentos.

Final: Branco 9 x 3 Vermelho.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Vermelho derrota o Branco com requintes de crueldade

Branco: Eric, Paulo Gelo, Fabio Professor e Renato, Claudinho, Ralf e Aurelio.

Vermelho: Goleiro, Paulo Cristal, Marcelo 2 e Marcelinho, Andre, Martins e Aloysio Matador.

Enquanto um time discutia a armação e a tática do jogo, o outro batia bola e esperava alguns jogadores do seu time entrarem em campo. Soberba?

Quando a pelada começou, um time estava completo (tanto em número de jogadores, quanto no esquema tático) o outro ainda estava totalmente incompleto.

Um time abriu o placar com 15 minutos de jogo e ampliou aos 20. O outro, ainda definindo a melhor forma de jogar, não apresentava perigo para a defesa adversária. 

Um time marcava e atacava com disciplina, vontade e com solidariedade, enquanto que o outro discutia, gritava e "brigava" numa busca interminável de encontrar o(s) culpado(s) pela goleada que se configurava.

Moral da historia,  no time Vermelho, tanto os "craques" quanto os peladeiros estavam em dia feliz, no time Branco os "craques" e peladeiros estavam num dia, digamos... rabugento, muitas cobranças e reclamações em demasia, que resultaram em um desequilíbrio que as escalações não demonstravam. 

O time Vermelho venceu o time Branco por 6 x 2.

No final, com um olé tímido e com gritos de é chocolate o Vermelho ainda teve chance de aumentar.

Eh difícil destacar alguém do time Vermelho, pois todos foram muito bem, porém o nosso amigo Martins, que retornou da hibernação, merece nosso reconhecimento. 

Da mesma forma, eh muitíssimo dificil de encontrar um destaque para o time Branco, entretanto Renato Careca, foi o único que não se entregou, mesmo quando a vaca já tinha ido para o brejo. 

E assim terminou a segunda pelada, que excepcionalmente, entrou para as estatísticas das peladas da Arena, na data de 30/04/12.


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Primeira Pelada.

TÍTULO: Vira-vira na Arena

Branco: Eric, Seu Umberto, Toronto e Eidir, João 1, Alexandre e Luiz Perde Mas Faz

Vermelho: Goleiro, Joãozinho, Atílio e Benito, Brandão, Paulo Café e Farah.

A pelada começou equilibrada, muito disputada no meio campo mas as defesas eram superiores aos ataques.

Com um petardo, que bateu no travessão e quicou dentro da meta do Eric, o Vermelho abriu o placar aos 30 minutos de jogo.

O Branco, que parecia mais "inteiro", insistia no ataque até que chegou ao empate aos 35 minutos de jogo. Depois disso, só deu Branco.

João 1, numa noite inspirada, e com sede de vitória, deitava e rolava no meio de campo. Em uma jogada dessa, deixou Luiz Perde Mas Faz, em ótimas condições. 

O artilheiro não perdoou e virou o placar para o time Branco. Depois disso o Branco, aumentou a dificuldade para o time Vermelho.

Novamente nosso artilheiro, Luiz Perde Mas Faz ampliou.

Final de jogo:

Branco 3 x 1 Vermelho




Por Ralfinho.