Não...a resenha não trata de um dos legados que deixará no
país os até aqui 10 anos do governo dos “trabalhadores”.
Afinal de contas, dizer que estamos vivenciando um verdadeiro colapso e
saturação de toda infraestrutura do país (vias terrestre, portos, aeroportos, energética,
educacional, médica, econômica, logística...) é coisa das elites, dos burgueses,
dos traidores da pátria e da imprensa golpista. A mobilidade destacada no
título da resenha é a dos nossos craques.
Vermelho: André, Valdir, Farah, JoãoZinho, João PDV, Marcelo
2 e Paulinho do Gelo
Branco: Martins, Toronto, Luiz PMF, Seu Umberto, Renato e
Aurélio Matador ou Artilheiro
Jogo duro, com muito bate-rebate. Foi um jogo feio, onde a falta
de mobilidade dos craques limitou em muito a sequencia das jogadas. Em todo caso, o branco se armou melhor em
campo, com o voluntarismo e raça do Renato, a segurança do Toronto e Seu
Umberto e a tranquilidade do Mussolini em distribuir o jogo para Luiz PMF e
Aurélio, isto fez a equipe sair da Arena vencedora, num placar justo. O jogo
teve o seu término antecipado em alguns minutos, pois Valdir se machucou
obrigando André a ir para linha. Neste instante alguém do vermelho reclamou
(não lembro quem) e teve o final da partida decretado.
Final Branco 2 x 0 Vermelho.
Final Branco 2 x 0 Vermelho.
Destaques:
- Esquisito: muitos craques faltosos ontem. Dia do protesto intitulado Beijaço Gay no RJ. Presença maciça da comunidade italiana.
- Romance: Renato estava impossível ontem. Com olhar e trejeitos
do Félix (novela das 9) não parava de elogiar o Dr. Jaques, ops, Seu Umberto. Como
na novela, Seu Umberto não deu bola e também não deu nenhum desconto na mensalidade.
- Nota do Renato: 8, levou o seu time a vitória. Seu futebol
vem evoluindo após aulas particulares com o Professor e o Marcelinho.
Bom feriado a todos com as benções do Papa.