Arena Gragoatá, 28.mar.2016.
Branco: Negueba, Toronto, Farah, Luciano, Marcelo 2, Marcelo
1 e Aurélio.
Vermelho: João Muralha, João OAP, João PDV, Seu Humberto,
Renato, Brandão, Luiz PMF.
Discussões preliminares sobre a divisão dos times rendeu boa
parte do pré-jogo na Arena. Seu Humberto tentava convencer Renato sobre o
equilíbrio das equipes, mas só conseguiu amansar a fera depois de comparar
jogador por jogador e apontar ele como melhor que Marcelinho. Aí o sorriso de
criança saiu de imediato no rosto do Renato.
Bola rolando....Nos dez minutos iniciais o Branco jogou no
campo do Vermelho. Com Renato Careca fixo na zaga e o Brandão sozinho no meio, o
Vermelho não tinha saída de bola. Sem mobilidade, a fim de desafogar, a opção do
Vermelho foram os lançamentos improdutivos para o Luiz PMF. João PDV não se
encontrava em campo. Já o Branco adiantou a marcação e retomava a bola com facilidade,
porém o maior volume de jogo e triangulações não ameaçava João Muralha. No
ataque o matador Aurélio não conseguia concluir ou não dava sequencia as
jogadas.
Aos 10 minutos, um lateral batido por João OAP encontra
Brandão na entrada da área, que de primeira acerta um belo chute no ângulo, sem
chance para Negueba, que até então não tinha tocado na bola.
Branco 0 x 1 Vermelho
A partir daí a pressão do Branco ficou ainda maior, mas de
forma afobada. Com Brandão cansado, no meio do Vermelho ficou um vazio e dando
oportunidade de chutes de meia distância do time Branco. Num deles, Marcelo 2 chutou
forte e João Muralha, mesmo encoberto pelos jogadores, faz uma grande defesa ,de
puro reflexo. Marcelinho e Farah também chutavam, com mais frequencia o
primeiro, mas não acertavam a meta. Ficou ataque contra defesa. Farah deixou a
lateral e se lançou mais a frente, o mesmo ocorreu com o Luciano, que dava
opção no ataque e buscava tabelas. Toronto dava conta na defesa e Negueba virou
um mero repositor de bolas. Enquanto isso a falta de mobilidade do Vermelho ficou
evidente e Luiz PMF ficava atordoado com as orientações de Renato Careca Muricy.
Ele não sabia se defendia ou atacava. O Vermelho tentava esfriar o jogo e com
este intento João PDV dissimulava tentando bater lateral com o pé.
Aos vinte minutos, escanteio a favor do Branco. Luciano rola
para trás para Marcelo 2, que livre no meio de campo, ajeita a bola e chuta forte
a meia altura. A bola passa por todos os 8 jogadores na área do Vermelho e
acerta a meta.
Branco 1 x 1 Vermelho
Com o empate e com os jogadores esgotados fisicamente, a
partida esfria, mas mantém o padrão dos 20 minutos anteriores, ou seja, o
Branco com maior posse de bola e volume de jogo. No minuto derradeiro
Marcelinho recebeu livre no meio de campo, cortou Seu Umberto e ficou livre para
mandar um canhão. A expectativa era de gol, a torcida levantou, mas o chute não foi
na meta.
Fim de papo.
No final um empate justo para um time que soube se defender
e um ataque que não soube concluir.
Notas:
Branco
Negueba: 7
Toronto: 7
Farah: 6,5
Luciano: 7,5
Marcelo 1: 7,5
Marcelo 2: 7,5
Aurélio: 6,0
Vermelho:
João: 8,0
João OAP: 6,0
Seu Umberto: 6,0
Renato: 6,0
Brandão: 6,5
Luiz PMF: 6,5
João PDV: 6,0
SEGUNDA PELADA
Branco: Negueba, Marcelo 1, Marcelo 2 (Aurélio), Claudilma
(7,0), Alexandre (6,5), Márcio (7,0), Luciano.
Vermelho: João, Walci (7,0), Partiu (6,0), João OAP, Camilo
(8,0), Renato, Luiz PMF
Final Branco 5 x 3 Vermelho
Destaques:
a)
O golaço internacional de Camilo, cortando um
defensor e chutando forte e cruzado. Neste domingo o amigo Camilo retornará
para seu país. Espero que tenha aprendido, em seu doutorado, o que não fazer na
condução econômica de um país. Esses vermelhinhos arrasam tudo. Deixam apenas terra
arrasada e desesperança.
b)
Aurélio se reabilita, tendo grande atuação na
segunda pelada.
c)
A segunda pelada foi bem animada, com boas
triangulações e belos gols.
