terça-feira, 19 de março de 2013

Presente de Grego


No aniversário do signatário a divisão nos times da primeira pelada foi um verdadeiro presente de grego.
Branco: Negueba, Toronto, Benito, Farah, Marcelo 2, João 1, Luiz PMF
Vermelho: Martins, Waldir, Eidir, Atílio, João 2, Fábio , Claudinho
De bom no Branco só mesmo o Negueba. O jogo foi muito disputado e o branco conseguiu resistir heroicamente até os 20 -25 minutos de jogo. O Vermelho jogou bem fechado e esperando erros na saída de bola do Branco, que sem alternativa para sair jogando, chutava a bola para frente. Na maioria desses chutões, Waldir ou Atílio rebatiam a bola para ora Fábio ora Claudinho partirem em contra-ataque. A pouca mobilidade do Branco, deixando apenas Marcelo 2 compondo o meio, marcando Fábio e Claudinho, foi ainda prejudicada por João 1 jogar, ou melhor, não jogar, por estar com forte dores no corpo. Em entrevista ao final do jogo o craque João 1 disse que passou 15 minutos se aquecendo e os 15 restantes cansado.
No final o resultado Vermelho 2 x 0 Branco ficou de bom tamanho para o Branco, que em momento algum chegou a ameaçar o gol do Martins. Apesar das dificuldades, cabe destacar que todos os craques do time de Branco lutaram até o último minuto, valorizando ainda mais a vitória do time vermelho.

Para refletir, em especial o futuro professor Claudinho, deixo um artigo do último sábado no O Globo.

Não vem, Sean Penn
Guilherme Fiuza, O Globo

"Evo Morales, o presidente da Bolívia, disse estar “quase convencido” de que Hugo Chávez morreu envenenado. O brado do cocaleiro lembrou o do mensaleiro: “Estou cada vez mais convencido da minha inocência”, declarou quase convicto José Dirceu, antes do julgamento do mensalão.
Assim a mística bolivariana vai avançando no continente, enchendo seus bufões de votos, cargos e dinheiro. O envenenamento de Chávez só não é mais bizarro que o da opinião pública, estranhamente convertida a esse messianismo terceiro-mundista.
Uma das primeiras personalidades a se manifestar após a morte de Chávez foi Sean Penn. O ator americano disse que os pobres do mundo “perderam um campeão”. A esquerda festiva sempre foi ridícula em qualquer lugar, mas a de Hollywood é imbatível. Campeã.
Sean Penn é um artista formidável, o que torna o quadro ainda mais patético. O consagrado diretor Oliver Stone veio junto, declarando estar de luto “por um grande herói”. Americanos posando contra o império americano — a velha receita politicamente correta que transforma, instantaneamente, dois ídolos “conscientes” em dois panfletários infantis. Que bom se fossem só eles.
Hugo Chávez barbarizou a democracia da pior forma — fingindo-se soldado dela. Derrubou o equilíbrio de poderes usando o populismo para se eternizar no governo legalmente. Analistas supostamente isentos (e críticos desse autoritarismo) ressalvam que o chavismo reduziu a pobreza com o dinheiro do petróleo. Esses são tão tolos quanto Sean Penn e Oliver Stone.
Num futuro muito próximo, a heroica bolsa-petróleo terá sido devidamente solapada pela baderna econômica criada pelo mesmo benfeitor. Como acreditar que um governo que paralisou os investimentos, detonou as instituições, gastou o que não tinha, semeou a inflação alta e trabalhou para encobrir isso tudo numa batalha sórdida contra a imprensa — como acreditar que um projeto desses deixará um país melhor para os pobres? Ou é preguiça de pensar, ou é sociedade com a malandragem populista.
As autoridades brasileiras estão no segundo caso. Chávez foi saudado pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência e chefe de gabinete vitalício do petismo, Gilberto Carvalho, como o homem que fez “uma revolução” na Venezuela.
É mais do que compreensível essa admiração pelo chavismo. Gilberto Carvalho é o braço armado de Dilma contra a mídia, o escalado para espalhar nos congressos e seminários do PT a artilharia contra a “imprensa burguesa”, dizendo que o país precisa de uma nova mídia e o governo será um agente estimulador disso, entre outras doces barbaridades. Como se vê, o Brasil só não é a Venezuela ainda porque a “imprensa burguesa” por aqui é mais difícil de amordaçar.
Enquanto isso, o governo dos amigos do revolucionário envenenado vai montando suas verdades e entregando-as a domicílio. Para tanto, nada melhor do que uma cadeia obrigatória de rádio e TV — brinquedo preferido de Dilma Rousseff, no que se refere a só ler o script e caprichar no penteado.
E nesses tempos em que Hugo Chávez vira bibelô da bondade para astros de Hollywood, nada mais providencial do que um Dia Internacional da Mulher para decorar o presépio do oprimido — e ensejar mais um pronunciamento à nação da “presidenta”, profissão mulher.
Dilma anunciou a seu povo a redução de impostos sobre itens da cesta básica. Uma semana depois, viria a notícia de que a cesta básica ficou mais cara apesar da bondade do governo popular e revolucionário — por causa da escalada da inflação, que é obra do governo popular e perdulário. Mas não tem problema.
Como ensinou o mártir bolivariano, as más notícias que a imprensa burguesa traz são puro golpismo. A verdade que vale é a que sai da boca dos heróis da pobreza, como mostram seus fantásticos índices de aprovação.
A presidenta mulher atacou também a violência doméstica dos maridos, e fez um alerta incrível: aos homens que não entendessem por bem que não devem agredir suas esposas, que se lembrassem então que quem manda neste país é uma mulher.
Ou seja: em cadeia nacional, Dilma resolveu ameaçar os barbados com seu cargo. Só faltou o rolo de pastel na mão. Um show de feminilidade sem precedentes.
Assim são o chavismo e seus derivados: esconda-se atrás de um símbolo social (a mulher, o operário, a vítima da ditadura) e navegue à vontade no proselitismo. Pode mentir numa boa, pode afundar as empresas de energia para forjar uma conta de luz barata, pode ludibriar o contribuinte para adular o consumidor, pode maquiar as contas públicas para esconder a gastança eleitoreira, pode vampirizar a Petrobras e depois usá-la para soltar panfletos de “capacitação da mulher”, pode tudo isso que enche os olhos dos astros abobalhados de Hollywood.
Para a minoria cada vez mais exígua que deplora esse tipo de heróis e campeões, resta pedir, com todo respeito: não vem, Sean Penn."

Abraços

terça-feira, 12 de março de 2013

Craque faz firula, perde gol feito e leva time a derrota

O time vermelho, formado por Negueba, Eidir, Atílio e Umberto, Benito, Marcelinho e Aloysio, foi goleado pelo time branco Martin Cegueta, Farah, Toronto e Paulinho, Joao, Ralf e Claudinho.

O placar foi de 6 x 3, mas enganan-se aqueles que acham que o jogo foi fácil...

Logo de cara Aloysio Chulapa fez dois a zero para o vermelho com dois passes de Marcelinho. O time branco nao se encontrava e tentava desorganizadamente diminuir a diferença.

Conseguiu, mas na saída de bola, o vermelho fez 3 a 1, com Aloyio mais uma vez de cabeça, numa falha incrível de Martins Cegueta.

O jogo parecia ganho quando, Marcelinho entrou sozinho e tentou fazer um gol de letra, alvo por Ralf em cima da linha. Nessa altura faltavam aproximadamente 10 minutos para a pelada terminar.

O branco, empolgado com o desprezo do adversário, se empenhou ao extremo e num belo chute, sem angulo, Farah diminui a diferença, mostrando que era possível o empate.

Faltavam pouco mais de 5 minutos, quando o branco, por incrível que pareca empatou, virou e goleou o time vermelho impiedosamente.

Placar final: Branco 6 x 3 Vermelho

Destaques:

Poitivo

Farah pelo gol e por ter parado de jogar (a pedidos)
Ralf pela vontade
João pela habilidade
Claudinho pela velocidade
Paulinho pela simplicidade
Toronto pela força de vontade
Martins pela honestidade

Negativo

Marcelinho pelo gol perdido
Atílio, como está mal o italianus

E assim terminou mai uma bela primeira pelada na Arena.

PS. Dizem que o primeiro colocado nas estatíscicas do ano é o João
PS. Dizem que o último colocado é o Atílio




terça-feira, 5 de março de 2013

8 x 1 com Chororô e Piti na Arena

Branco: Negueba, Eidir, Toronto, Joao, Renato, Joaozinho e Aloysio Chulapa

Vermelho: Eric, Farah, Atilio, Seu Umberto, Marcelinho, Benito, Luiz PMF


Jogo lance a lace

1min - Benito de cabeça uhuhuuh

3min - Marcelinho porra de fora e Negueba espalma

6min - Seu Umberto chuta de fora da area para fora

GOOOOOLLLLLL

7min- Joao bate de fora, Eric espalma e Aloysio Chulapa faz um a zero.

GOOOOOLLLLLL

10min - Eidir de bico no angulo, 2x0.

15min - Benito chuta fraco para fora.

20min - Discussao por causa de cornes

22min - Benito de fora chuta fraco.

25min - Aloysio abriu, recebeu e fez de letra

27min - Aloysio de novo...

30min - Idem acima....

33min - Idem acima....

GOOOOLLLLL

Farah desconta para o vermelho.

Fim de papo na Arena.

Final Branco 8 x 1 Vermelho. Placar humilhante e inédito para o primeiro racha

Destaques:

- Torcida do Branco grita olé. Benito não gosta, dá piti, balança o dedinho, pede respeito e diz que é um gayrreiro tricolor.
- A comissão dos Melhores do Ano, abre novo categoria: "Orelha de Burro". Já temos um forte candidato.
- Paulinho de Gelo não recebe bola, chora e diz que vai embora. Como consolo, Seu Umberto deixe ele levar a bola para casa, sem trocadilho.
- Última pelada foi bem disputada e terminou empatada.

By Ralf. Colaboração: Marcelo 2