No aniversário do signatário a divisão nos times da primeira
pelada foi um verdadeiro presente de grego.
Branco: Negueba, Toronto, Benito, Farah, Marcelo 2, João 1,
Luiz PMF
Vermelho: Martins, Waldir, Eidir, Atílio, João 2, Fábio ,
Claudinho
De bom no Branco só mesmo o
Negueba. O jogo foi muito disputado e o branco conseguiu resistir heroicamente
até os 20 -25 minutos de jogo. O Vermelho jogou bem fechado e esperando erros
na saída de bola do Branco, que sem alternativa para sair jogando, chutava a
bola para frente. Na maioria desses chutões, Waldir ou Atílio rebatiam a bola
para ora Fábio ora Claudinho partirem em contra-ataque. A pouca mobilidade do
Branco, deixando apenas Marcelo 2 compondo o meio, marcando Fábio e Claudinho,
foi ainda prejudicada por João 1 jogar, ou melhor, não jogar, por estar com forte
dores no corpo. Em entrevista ao final do jogo o craque João 1 disse que passou
15 minutos se aquecendo e os 15 restantes cansado.
No final o resultado Vermelho 2 x 0 Branco
ficou de bom tamanho para o Branco, que em momento algum chegou a ameaçar o gol
do Martins. Apesar das dificuldades, cabe destacar que todos os craques do time
de Branco lutaram até o último minuto, valorizando ainda mais a vitória do time
vermelho.
Para refletir, em especial o
futuro professor Claudinho, deixo um artigo do último sábado no O Globo.
Não vem, Sean Penn
Guilherme
Fiuza, O Globo
"Evo
Morales, o presidente da Bolívia, disse estar “quase convencido” de que Hugo
Chávez morreu envenenado. O brado do cocaleiro lembrou o do mensaleiro: “Estou
cada vez mais convencido da minha inocência”, declarou quase convicto José
Dirceu, antes do julgamento do mensalão.
Assim a
mística bolivariana vai avançando no continente, enchendo seus bufões de votos,
cargos e dinheiro. O envenenamento de Chávez só não é mais bizarro que o da
opinião pública, estranhamente convertida a esse messianismo terceiro-mundista.
Uma das
primeiras personalidades a se manifestar após a morte de Chávez foi Sean Penn.
O ator americano disse que os pobres do mundo “perderam um campeão”. A esquerda
festiva sempre foi ridícula em qualquer lugar, mas a de Hollywood é imbatível.
Campeã.
Sean Penn
é um artista formidável, o que torna o quadro ainda mais patético. O consagrado
diretor Oliver Stone veio junto, declarando estar de luto “por um grande
herói”. Americanos posando contra o império americano — a velha receita
politicamente correta que transforma, instantaneamente, dois ídolos
“conscientes” em dois panfletários infantis. Que bom se fossem só eles.
Hugo
Chávez barbarizou a democracia da pior forma — fingindo-se soldado dela.
Derrubou o equilíbrio de poderes usando o populismo para se eternizar no
governo legalmente. Analistas supostamente isentos (e críticos desse
autoritarismo) ressalvam que o chavismo reduziu a pobreza com o dinheiro do
petróleo. Esses são tão tolos quanto Sean Penn e Oliver Stone.
Num
futuro muito próximo, a heroica bolsa-petróleo terá sido devidamente solapada
pela baderna econômica criada pelo mesmo benfeitor. Como acreditar que um
governo que paralisou os investimentos, detonou as instituições, gastou o que
não tinha, semeou a inflação alta e trabalhou para encobrir isso tudo numa
batalha sórdida contra a imprensa — como acreditar que um projeto desses
deixará um país melhor para os pobres? Ou é preguiça de pensar, ou é sociedade
com a malandragem populista.
As
autoridades brasileiras estão no segundo caso. Chávez foi saudado pelo ministro
da Secretaria-Geral da Presidência e chefe de gabinete vitalício do petismo,
Gilberto Carvalho, como o homem que fez “uma revolução” na Venezuela.
É mais do
que compreensível essa admiração pelo chavismo. Gilberto Carvalho é o braço
armado de Dilma contra a mídia, o escalado para espalhar nos congressos e
seminários do PT a artilharia contra a “imprensa burguesa”, dizendo que o país
precisa de uma nova mídia e o governo será um agente estimulador disso, entre
outras doces barbaridades. Como se vê, o Brasil só não é a Venezuela ainda
porque a “imprensa burguesa” por aqui é mais difícil de amordaçar.
Enquanto
isso, o governo dos amigos do revolucionário envenenado vai montando suas
verdades e entregando-as a domicílio. Para tanto, nada melhor do que uma cadeia
obrigatória de rádio e TV — brinquedo preferido de Dilma Rousseff, no que se
refere a só ler o script e caprichar no penteado.
E nesses
tempos em que Hugo Chávez vira bibelô da bondade para astros de Hollywood, nada
mais providencial do que um Dia Internacional da Mulher para decorar o presépio
do oprimido — e ensejar mais um pronunciamento à nação da “presidenta”, profissão
mulher.
Dilma
anunciou a seu povo a redução de impostos sobre itens da cesta básica. Uma
semana depois, viria a notícia de que a cesta básica ficou mais cara apesar da
bondade do governo popular e revolucionário — por causa da escalada da
inflação, que é obra do governo popular e perdulário. Mas não tem problema.
Como
ensinou o mártir bolivariano, as más notícias que a imprensa burguesa traz são
puro golpismo. A verdade que vale é a que sai da boca dos heróis da pobreza,
como mostram seus fantásticos índices de aprovação.
A
presidenta mulher atacou também a violência doméstica dos maridos, e fez um
alerta incrível: aos homens que não entendessem por bem que não devem agredir
suas esposas, que se lembrassem então que quem manda neste país é uma mulher.
Ou seja:
em cadeia nacional, Dilma resolveu ameaçar os barbados com seu cargo. Só faltou
o rolo de pastel na mão. Um show de feminilidade sem precedentes.
Assim são
o chavismo e seus derivados: esconda-se atrás de um símbolo social (a mulher, o
operário, a vítima da ditadura) e navegue à vontade no proselitismo. Pode
mentir numa boa, pode afundar as empresas de energia para forjar uma conta de
luz barata, pode ludibriar o contribuinte para adular o consumidor, pode
maquiar as contas públicas para esconder a gastança eleitoreira, pode
vampirizar a Petrobras e depois usá-la para soltar panfletos de “capacitação da
mulher”, pode tudo isso que enche os olhos dos astros abobalhados de Hollywood.
Para a
minoria cada vez mais exígua que deplora esse tipo de heróis e campeões, resta
pedir, com todo respeito: não vem, Sean Penn."
Abraços
Como diria o Chavez em relação ao Sean Penn:
ResponderExcluir"-Ai que burro! Dá zero pra ele!!!"
Professor tem um clone?
ResponderExcluirCaraca! o Joao perdeu é? De novo? Quer dizer...pelo que eu entendi ele não jogou, né...foi isso?
ResponderExcluirZeca Urubu está voltando....
ResponderExcluirSó ele carrega um time nas costas....
ResponderExcluirPolitica Internacional - Politica Nacional - Situação Economica Mundial e Futebol.
ResponderExcluirE as mulheres ainda reclaman das peladas e dos peladeiros, neste forum tratamos de tudo e também de futebol.
Mas o que me impressionou nesta semana, foi a fraco rendimento do Professor, será que ele foi envenenado também ?
Ouvi o Zidade comentar que ele está em vias de aposentadoria.
Bom o que importa é : O mundo inteiro pode acabar em caos, mas as Peladas tem de continuar, pois é o único lugar onde todos de qualquer time, religião, cor, podem participar sem confusão, onde o craque e o perna de pau interagem em harmonia.
"Viva nossa Pelada"
QUE EU SAIBA O UNICO QUE CARREGA UM TIME É NOSSO CRAQUE MARCELINHO, SE JOGAR SERIO, CLARO
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