Vermelho: João Muralha, João PDV, Luciano, PC2, Marcelo 2,
Valcy e PC1.
Branco: Breno, Farah (Parti),
Brandão, Seu Umberto, Marcelinho, Claudilma, Baltazar Adão.
Ontem tivemos o ressurgimento de
um craque da Arena. Fazia tempo que ele não sabia o que era uma vitória e,
muito mais tempo ainda, ser considerado o craque da rodada. Para muitos
ele estava acabado para o futebol, ao ponto de ser considerado moeda de troca
com o sexagenário Paulinho do Gelo. Fim dos tempos.
O ostracismo vinha o incomodando
e ontem, antes do jogo, ele adotou a superstição para reverter o quadro: usou
sua meia da sorte, trocou o calção e se preparou para não dar ouvidos, para o
agora técnico, Renato Muricy.
Bola rolando, o equilíbrio era
forte, muito transpiração e pouca inspiração. Lá pelos 10 minutos, o Branco
abriu o placar, numa bonita troca de passe entre Claudinho e Marcelinho.
Marcelinho toca rasteiro no canto.
Branco 1 x 0 Vermelho
O jogo continuava aberto, pois
nesta noite os times não contavam com os zagueiro-zagueiros, dando trabalho
para os arqueiros.
Em também bela troca de passes, o
Vermelho saiu tabelando de sua defesa até a entrada da área adversária. Valcy,
livre, desloca Breno, e faz.
Branco 1 x 1 Vermelho
Com o gol, Farah vai a loucura. Rasga
o sutiã, reclama do vazio do seu meio de campo, passa mal e como narrava Januário
de Oliveira: “tá lá um corpo estendido no chão”. O jogo foi interrompido por uns 5 minutos,
Farah sai de maca e entra Parti.
Partida recomeça e continuava
bastante equilibrada, com tendência ao empate. Marcelinho vinha carregando o time,
distribuindo o jogo (isso mesmo, ontem ele conseguia passar a bola rasteira,
nada de lançamento três dedos), defendendo e chegando ao ataque com perigo.
Baltazar, famoso Claudio Adão, recebia bolas açucaradas, mas se embaralhava
nas próprias pernas. Claudinho, morcegava e também perdia oportunidades. O
Vermelho também armava jogadas e levava perigo ao gol de Breno, porém falhava
no toque final.
Lá pelos 25 minutos é que aconteceu o grande lance da partida.
O Fênix da Arena aparece. Marcelinho na lateral do campo, quase sem ângulo e bem
marcado, dá um toque genial por cobertura. A bola vence João Muralha e cai
chorando na rede. Um golaço, eleito na resenha pós-jogo o mais bonito da Arena dos
últimos tempos. Gol que coroou a bela atuação de quem já foi um dia o Rei do
Rio.
Branco 2 x 1 Vermelho
Ainda teve tempo para mais um gol. O time Vermelho se lança
a frente. João PDV perde a bola na intermediária e dá o contra-ataque ao
Branco. Claudinho avança e toque no canto de João Muralha, decretando o fim da
partida. Final.
Branco 3 x 1 Vermelho
No final da partida, Marcelinho ganhou o Motorádio e decretou:
“Xô urucubaca”.
Não podemos deixar de mencionar também a bela partida de Parti.
Achou o seu lugar. Jogou sério na defesa e lateral e não errou nada. Após a
partida solta mais uma pérola: “ O Parti joga com amor”. Temos agora o Parti Love.
A segunda pelada foi uma verdadeira pelada. Serviu para
Marcelinho confirmar a boa noite que teve com mais uns cinco gols.
Segundo apurou o blog, nosso craque com alegria nas pernas,
Claudio Adão, iniciou no Tombense, foi para o Levante da Espanha e hoje tomba e
levanta na Arena Gragoata. O craque vem melhorando.
Até a próxima
Mestre RSSF Brasil o que dizer agora de Marcelinho?
ResponderExcluirAos queridos peladeiros da Arena Gragoatá, Time de Pelada Seu Umberto Futebol Clube, gostaria de esclarecer uma questão.
ExcluirRSSSF é um site sobre resultados de futebol e seus atletas, apenas fizemos uma brincadeira (que estamos fazendo com outros sites e blogs de peladas) com vocês, que são verdadeiros heróis, que trabalham diariamente e depois ainda tem energia para "peladar".
Parabéns a todos!
Sdçs.
Frederico Torres,
RSSSF
Sempre acreditei em Marcelinho, craque da Arena.
ResponderExcluir#MarcelinhoémelhorqueAdão
Não foi isso tudo não. Só fez um gol bonito e correu. Blogueiro exagerou.
Excluir#MARCELINHOÉCRAQUEBRANDÃONÃO
Excluir#MARCELINHOÉCEGOBRANDAONÃO
ExcluirO craque da rodada foi Renato. Renato calado é um poeta. Marcelinho que tem alegria nos pés mas fragilidade mental é uma vítima constante das sugestões táticas do Renato. Moral da história, Marcelo jogou tranquilo e fez um gol de tabela do tipo um-dois. É um gol de gênio...
ResponderExcluirUm gol de gênio e um gol de tabela.
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